segunda-feira, 25 de março de 2019

1575


Título original:Seminole
Título no Brasil:Seminole
Gênero:Faroeste
Colorido
Legendado
Ano de produção:1953
Duração:87 minutos

Sinopse:O segundo-tenente Caldwell é enviado para o forte King, onde o major Degan planeja um ataque para expulsar os índios seminoles do estado da Flórida. Após o ataque fracassar, Caldwell é salvo pelo líder dos índios, que se revela um amigo de infância.

 Rock Hudson
Rock Hudson, nascido Roy Harold Scherer Jr. (Winnetka, 17 de Novembro de 1925 — Beverly Hills, 2 de outubro de 1985), foi um ator norte-americano. Apesar de ter sido amplamente conhecido como um galã nos anos 1950 e 1960, muitas vezes estrelando comédias românticas ao lado de Doris Day, Hudson também é reconhecido por papéis dramáticos em filmes como Assim Caminha a Humanidade e Sublime Obsessão. Nos últimos anos, ele encontrou o sucesso na televisão, estrelando a popular série de mistério Os Detetives e a série Dynasty.
Hudson foi votado Estrela do Ano, Galã Favorito, e títulos semelhantes por inúmeras revistas de cinema. O ator de 1,96 m. de altura foi uma das estrelas de cinema mais populares e mais conhecidas do seu tempo. Ele completou cerca de 70 filmes e estrelou em várias produções para a televisão durante uma carreira que durou mais de quatro décadas. Hudson faleceu em 1985, tornando-se a primeira grande celebridade a morrer de uma doença relacionada à AIDS.
Hudson nasceu em Winnetka, Illinois, filho único da telefonista Katherine Wood (de ascendência inglesa e irlandesa) e do mecânico de automóveis Roy Harold Scherer, Sr. (de ascendência [[Alemães|alemã] e suíça), que abandonou a família no auge da Grande Depressão. Sua mãe se casou novamente e seu padrasto, Wallace "Wally" Fitzgerald, o adotou e mudou seu sobrenome para Fitzgerald. Os anos de Hudson na escola New Trier High School não foram notáveis, embora ele cantasse no coro da escola e fosse lembrado como um garoto tímido que entregava jornais, fazia tarefas, e que trabalhou como caddie de golfe.
Depois de terminar o colegial, ele serviu nas Filipinas como mecânico de aviões para a Marinha dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1946, Hudson se mudou para Los Angeles para tentar a carreira de ator e se candidatou no programa de dramaturgia da Universidade do Sul da Califórnia, mas foi rejeitado devido a notas baixas. Ele trabalhou como motorista de caminhão por algum tempo, ansiando por ser ator mas sem sucesso em entrar na indústria cinematográfica. Depois de mandar ao caçador de talentos Henry Willson uma foto sua de 1947, Willson assumiu Hudson como cliente e mudou seu nome para Rock Hudson, apesar de Hudson mais tarde ter admitido que odiava o nome.
Hudson fez sua estréia com um pequeno papel no filme de 1948 da Warner Bros Sangue, Suor e Lágrimas, e foram necessários 38 takes para ele desempenhar corretamente a sua única fala no filme. Hudson foi então treinado em atuação, canto, dança, esgrima, e montagem a cavalo na Universal International, e ele começou a ser destaque em revistas de cinema onde foi promovido (possivelmente devido à sua boa aparência).
Em 1953, ele apareceu em um comercial dos cigarros Camel o qual o mostrava no set do filme Seminole.
O sucesso e o reconhecimento vieram em 1954 com Sublime Obsessão, em que Hudson aparecia como um "bad boy" que se redime. O filme recebeu críticas positivas, com a revista Modern Screen Magazine citando Hudson como o ator mais popular do ano. Sua popularidade aumentou com o filme de George Stevens, Assim Caminha a Humanidade (1956). Hudson e seu colega de filme James Dean foram ambos indicados ao Oscar na categoria de Melhor Ator. Na década de 1950, Hudson fez nove filmes com o aclamado diretor e figura paterna Douglas Sirk, com o favorito de Sirk sendo Almas Maculadas (1958).
Após o aclamado filme de Richard Brooks Something of Value (1957) veio a tocante performance no fracasso de bilheteria de Charles Vidor A Farewell to Arms (1957). Para fazer A Farewell to Arms, Hudson teve que recusar o papel que acabou sendo de Marlon Brando em Sayonara, o que seria de William Holden em A Ponte do Rio Kwai, e o que foi de Charlton Heston em Ben-Hur. A Farewell to Arms recebeu críticas negativas, falhou nas bilheterias e se tornou a última produção de David O. Selznick.embarcou na década de 1960 em uma onda de comédias românticas. Ele interpretou personagens humorísticos em Confidências à Meia-Noite, a primeira de três atuações lucrativas co-estreladas ​​com Doris Day. Este foi seguido por Volta meu amor, Quando Setembro Vier, Não Me Mandem Flores, Man's Favorite Sport?, Labirinto de Paixões, e Amor à Italiana. Junto com Cary Grant, Hudson foi considerado um dos astros mais bem vestidos de Hollywood, e recebeu Top 10 Stars of the Year, um recorde, oito vezes de 1957-1964. Ele trabalhou fora de seu gênero usual no thriller de ficção científica O Segundo Rosto (1966). O filme fracassou, mas posteriormente ganhou status de cult e a performance de Hudson é frequentemente mencionada como uma de suas melhores. Ele também tentou a sorte no gênero ação com Tobruk (1967) e o thriller de espionagem Estação Polar Zebra (1968 ), um papel pelo qual ele lutou ativamente e que permaneceu como seu favorito. Ele também se envolveu em westerns com Jamais Foram Vencidos (1969).
A popularidade de Hudson nas telonas diminuiu após a década de 1960. Durante os anos 1970 e 1980, ele estrelou em uma série de filmes para televisão e séries. Sua série de televisão de maior sucesso foi Os Detetives ao lado de Susan Saint James, a qual foi "ao ar" de 1971-1977. Hudson fez o papel do comissário de polícia Stewart "Mac" McMillan, com Saint James como sua esposa Sally, e sua química na tela ajudou a tornar o programa um sucesso. Hudson se arriscou e surpreendeu a muitos, fazendo uma incursão bem sucedida no teatro no final de sua carreira, sendo a mais aclamada de suas atuações I Do! I Do! de 1974.
No início dos anos 1980, após anos de consumo excessivo de álcool e tabagismo, Hudson começou a ter problemas de saúde que resultaram em um ataque cardíaco em novembro de 1981. Uma emergencial quíntupla cirurgia de ponte de safena deixaram adiado o seu novo programa de televisão Operação Devlin por um ano, e o programa foi cancelado em dezembro de 1982 logo após ter ido ao ar pela primeira vez. Hudson se recuperou da cirurgia cardíaca, mas continuou a fumar. Ele, no entanto, continuou a trabalhar fazendo participações em vários filmes de televisão. Ele estava com problemas de saúde durante as filmagens do drama de ação O Embaixador, em Israel, durante os meses de inverno naquele país, de 1983 a 1984. Dizia-se que ele não se dava bem com sua co-estrela Robert Mitchum, pois Mitchum tinha um sério problema com a bebida e muitas vezes entrava em conflito fora das câmeras com Hudson e outros membros do elenco e da equipe de produção.[Durante 1984, enquanto filmava o drama televisivo The Vegas Strip Wars, a saúde de Hudson piorou e surgiram rumores de que ele sofria de câncer de fígado (entre outras doenças), por causa de seu rosto e porte cada vez mais magros.
De dezembro de 1984 a abril de 1985, Hudson interpretou um papel recorrente no horário nobre na novela da ABC Dynasty, como Daniel Reece, o par romântico de Krystle Carrington (interpretada por Linda Evans) e pai biológico do personagem Sammy Jo Carrington (Heather Locklear). Enquanto há muito se sabia que ele tinha dificuldade em memorizar falas, o que resultou no uso de cartões com as falas escritas, foi a própria fala de Hudson que visivelmente começou a deteriorar-se em Dynasty. Ele foi originalmente escalado para aparecer na quinta temporada da série; no entanto, devido à progressiva debilitação de sua saúde, seu personagem foi abruptamente retirado do programa e morto fora da tela.
Enquanto a carreira de Hudson estava se desenvolvendo, ele e seu agente Henry Willson mantiveram sua vida pessoal fora das manchetes. Em 1955, a revista Confidential ameaçou publicar uma matéria sobre a vida homossexual secreta de Hudson. Willson parou a divulgação fornecendo informações sobre dois de seus outros clientes. De acordo com alguns colegas, a homossexualidade de Hudson era bem conhecida em Hollywood ao longo de sua carreira, e as ex co-estrelas Elizabeth Taylor e Susan Saint James afirmaram que elas sabiam de sua atividade homossexual, assim como Carol Burnett.
Logo após o incidente com a Confidencial, Hudson se casou com a secretária de Willson Phyllis Gates. Gates mais tarde escreveu que ela namorou Hudson por vários meses, viveu com ele por dois meses antes de sua proposta de casamento surpresa, e casou-se com Hudson por amor e não (como mais tarde foi relatado) para evitar uma exposição da orientação sexual de Hudson.A cobertura da imprensa do casamento citou Hudson como tendo dito: "Quando faço uma lista das minhas bênçãos, o meu casamento está no topo da lista."Gates pediu o divórcio depois de três anos em abril de 1958, citando crueldade mental. Hudson não contestou o divórcio, e Gates recebeu pensão de US$250 semanais, durante 10 anos.Após sua morte por câncer de pulmão em janeiro de 2006, alguns informantes teriam afirmado que ela era, na verdade, lésbica e que se casou com Hudson pelo seu dinheiro, sabendo desde o início de seu relacionamento que ele era gay. Ela nunca se casou novamente.
De acordo com a biografia de 1986 Rock Hudson: História de Sua Vida de Hudson e Sara Davidson, Hudson era muito amigo do romancista norte-americano Armistead Maupin, e seus amantes incluíam Jack Coates (nascido em 1944); Tom Clark (1933-1995), que mais tarde também publicou um livro de memórias sobre Hudson, Rock Hudson: Amigo Meu, e Marc Christian, que mais tarde ganhou uma ação contra o espólio Hudson. Uma lenda urbana diz que Hudson "casou" com Jim Nabors no início dos anos 1970. Não apenas o casamento entre pessoas do mesmo sexo não era reconhecido sob as leis de nenhum dos estados dos E.U.A. na época, como também, ao menos publicamente, ambos Hudson e Nabors (os quais eram homossexuais enrustidos) não foram nada mais do que amigos. De acordo com Hudson, a lenda originou-se com um grupo de "homossexuais de meia-idade que vivem em Huntington Beach" que, como piada, enviou convites para sua confraternização anual. Um ano, o grupo convidou seus membros para testemunhar "o casamento de Rock Hudson e Jim Nabors ", em que Hudson adotaria o sobrenome do personagem mais famoso de Nabors, Gomer Pyle, tornando-se Rock Pyle. A "piada", evidentemente, já havia chego na mídia no início dos anos 1970. Na edição de outubro de 1972 da revista MAD (edição nº 154), um artigo intitulado Quando Assistir Televisão, Pode Ter Certeza Que Você Vai Ver..., a colunista de fofoca 'Rona Boring' afirma: "E não há um grão de verdade no rumor vicioso de que o astro de cinema e TV Rock Heman e o cantor Jim Nelly se casaram secretamente! Rock e Jim são apenas bons amigos! Repito, eles não são casados​​! Eles nem sequer vão namorar firme!" Aqueles que não conseguiram entender a piada espalharam o boato. Como resultado, Hudson e Nabors nunca mais se falaram novamente. Três anos depois, Nabors começaria um relacionamento de longo prazo (que até 2013 permaneceria secreto) com Stan Cadwallader, o homem com quem ele acabaria se casando uma vez que o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi legalizado.
Desconhecido do público, Hudson tinha sido diagnosticado com HIV em 5 de junho de 1984. Durante a maior parte de 1984 e 1985, Hudson manteve sua doença em segredo, continuando a trabalhar e ao mesmo tempo viajar para a França e outros países em busca de uma cura, ou pelo menos um tratamento para retardar o avanço da doença. Em 16 de julho de 1985, Hudson se juntou à sua velha amiga Doris Day para uma conferência de imprensa para anunciar o lançamento de seu novo programa na televisão a cabo Doris Day's Best Friends, no qual Hudson foi filmado visitando o rancho de Day em Carmel, Califórnia poucos dias antes. Sua aparência esquelética e padrão de fala quase incoerente foram tão chocantes que o encontro foi transmitido repetidamente nos noticiários nacionais naquela noite e por vários dias seguintes. Os meios de comunicação especularam sobre a saúde de Hudson. Depois que Hudson teve um colapso no Hotel Ritz em Paris, em 21 de julho, seu agente, Dale Olson, divulgou um comunicado afirmando que Hudson tinha um câncer de fígado inoperável. Olson negou relatos de que Hudson tinha AIDS e disse apenas que ele estava passando por testes para "tudo" no Hospital Americano de Paris.
Em 25 de julho de 1985, a agente de Hudson confirmou que Hudson de fato tinha AIDS e havia sido diagnosticado há mais de um ano atrás. Em outro comunicado à imprensa, um mês depois, Hudson especulou que pudesse ter contraído o HIV através de transfusão de sangue de um doador infectado durante as várias transfusões de sangue que ele recebeu durante sua operação de ponte de safena em novembro de 1981. Ele voou de volta para Los Angeles em 30 de julho. Hudson estava tão fraco que foi removido de maca do Air France Boeing 747 que tinha fretado e no qual ele e seus médicos assistentes eram os únicos passageiros. Ele foi levado de helicóptero para o Centro Médico Ronald Reagan, onde ficou quase um mês passando por mais tratamentos.Ele foi liberado do hospital no final de agosto de 1985 e voltou para sua casa, "The Castle" (O Castelo), em Beverly Hills.
Em 2 de outubro de 1985, Hudson morreu durante o sono devido a complicações relacionadas à AIDS em sua casa em Beverly Hills. Hudson havia solicitado que nenhum funeral fosse realizado. Seu corpo foi cremado horas após sua morte. Um cenotáfio foi estabelecido mais tarde no Forest Lawn Cemetery, Cathedral City, Califórnia no Estados Unidos. A revelação da condição soropositiva de Hudson provocou uma generalizada discussão pública sobre sua homossexualidade. Na sua edição de 15 agosto de 1985, a revista People publicou uma história que debatia sua doença no contexto de sua sexualidade. O artigo altamente benevolente continha comentários de famosos colegas do show business como Angie Dickinson, Robert Stack, e Mamie Van Doren, que alegaram que sabiam sobre a homossexualidade de Hudson e expressaram seu apoio a ele. Naquela época, a People tinham uma circulação de mais de 2,8 milhões de cópias,e, como resultado desta e de outras histórias, teorias sobre a homossexualidade de Hudson tornaram-se totalmente público.
A revelação de Hudson teve um impacto imediato sobre a visibilidade da AIDS, e sobre o financiamento da pesquisa médica relacionada com a doença. Entre os ativistas que buscavam desestigmatizar a AIDS e suas vítimas, a revelação de sua própria infecção com a doença de Hudson foi visto como um evento que poderia transformar a percepção do público sobre a AIDS. Logo após o comunicado à imprensa no qual Hudson revelou sua infecção, William M. Hoffman, autor de As Is, uma peça sobre a Aids, que apareceu na Broadway em 1985, declarou: "Se Rock Hudson pode ter, pessoas boas podem ter. É só uma doença, não uma aflição moral."Ao mesmo tempo, Joan Rivers foi citado como tendo dito: "Dois anos atrás, quando organizei um evento beneficente para a AIDS, não consegui com que nem uma grande estrela sequer comparecesse. A confirmação de Rock é uma maneira horrível de trazer a AIDS à atenção do público americano, mas ao fazê-lo, Rock, em sua vida, ajudou milhões no processo. O que Rock fez requer verdadeira coragem." Morgan Fairchild disse que "a morte de Rock Hudson deu à AIDS um rosto." Em um telegrama que Hudson enviou a um evento beneficente de combate à AIDS de Hollywood, Commitment to Life, o qual ocorreu em setembro 1985, e ao qual não compareceu em pessoa por estar muito doente, Hudson disse: "Eu não estou feliz porque estou doente. Eu não estou feliz porque tenho AIDS. Mas se isso está ajudando outros, eu posso, pelo menos, saber que meu próprio infortúnio teve algum valor positivo."
Pouco depois de sua morte, a revista People relatou: "Desde que Hudson fez o anúncio, mais de 18 milhões de dólares em contribuições privadas (mais que o dobro do valor arrecadado em 1984) foi levantado para apoiar pesquisas sobre a AIDS e para cuidar de vítimas da AIDS (5523 relatados só em 1985). Poucos dias depois de que Hudson morreu, o Congresso destinou 221 milhões de dólares para desenvolver uma cura para a AIDS." Os organizadores do evento beneficente de Hollywood contra a AIDS, Commitment to Life, relataram que após o anúncio de Hudson de que ele sofria com a doença, foi necessário mover o evento para um local maior para acomodar o número de participantes que havia se tornado bem maior.
No entanto, a revelação de Hudson não dissipou imediatamente o estigma da AIDS. Embora o então presidente Ronald Reagan e sua esposa Nancy fossem amigos de Hudson, Reagan, que era visto por alguns como indiferente à doença e seus portadores, não fez nenhuma declaração pública sobre a condição de Hudson. Ao mesmo tempo, em particular, Reagan ligou para Hudson, em seu quarto de hospital em Paris, onde ele estava sendo tratado em julho de 1985, e Nancy Reagan telefonou para o presidente francês François Mitterrand para garantir que Hudson iria receber o melhor cuidado possível. A primeira menção pública de Reagan sobre a doença veio em resposta a perguntas numa conferência de imprensa em 15 Setembro de 1985, quase dois meses depois do anúncio de Hudson. Nessas observações, Reagan chamou a pesquisa médica sobre a AIDS de "prioridade principal." Porém, quando perguntado, "Se você tivesse filhos mais novos, você os mandaria para uma escola com uma criança que tivesse AIDS?", Reagan respondeu equivocadamente: "Feliz porque não tenho que encarar esse problema hoje .... Eu posso entender ambos os lados da história."Vários dias depois, Reagan enviou um telegrama ao evento beneficente contra à AIDS Commitment to Life, no qual ele reiterou sua posição de que seu governo faria do combate à propagação da AIDS uma prioridade. No entanto, Reagan não abordou publicamente a AIDS por mais dois longos anos.
Depois que Hudson revelou seu diagnóstico, surgiu uma controvérsia a respeito de sua participação em uma cena do drama de televisão Dynasty em que ele compartilhou um beijo com a atriz Linda Evans em um episódio. Ao filmar a cena, Hudson estava ciente de que tinha AIDS, mas não informou a ela. Alguns acharam que ele deveria ter revelado sua condição a ela previamente. Na época, sabia-se que o vírus estava presente em pequenas quantidades na saliva e nas lágrimas, mas não tinha havido relatos de casos de transmissão por beijo. No entanto, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças havia advertido contra a troca de saliva com membros de grupos percebidos como de alto risco para a AIDS. De acordo com observações apresentadas em agosto de 1985 por Ed Asner, então presidente do Screen Actors Guild, a revelação de Hudson causou incipiente "pânico" dentro da indústria de cinema e televisão. Asner disse que estava ciente de scripts que estavam sendo reescritos para eliminar cenas de beijo.Mais tarde, no mesmo ano, o Guild emitiu regras que exigiam que os atores fossem notificados previamente de qualquer cena de beijo com "boca aberta", e que garantiam que eles poderiam recusar-se a participar de tais cenas sem penalidade.A própria Linda Evans parece não ter ficado brava com Hudson, e pediu para apresentar o segmento do evento beneficente Commitment to Life de 1985 que era dedicado a Hudson.
Após a morte de Hudson, Marc Christian, ex-amante de Hudson, entrou com um processo contra seu patrimônio em razão da "imposição intencional de sofrimento emocional". Christian afirmou que Hudson continuou a ter relações sexuais com ele até fevereiro de 1985, mais de oito meses depois de Hudson saber que tinha HIV. Embora ele tenha obtido repetidamente resultado negativo para HIV, Christian afirmou que sofreu de "estresse emocional grave" depois de saber através de um noticiário que Hudson tinha morrido de AIDS. Christian também processou o secretário pessoal de Hudson, Mark Miller, em 10 milhões de dólares porque Miller teria mentido para ele sobre a doença de Hudson. Em 1989, um júri concedeu a Christian 21,75 milhões de dólares em danos, mais tarde reduzidos a $5,5 milhões de dólares. Christian morreu de "problemas pulmonares" causados ​​por anos de tabagismo pesado em junho de 2009.
No livro Rock Hudson, Amigo Meu do seu agente Tom Clark, Clark disse que ia ao túmulo acreditando que Hudson adquiriu HIV por transfusões de sangue durante sua emergencial quíntupla cirurgia de ponte de safena em 1981. O livro de Clark caracterizou Christian como "um criminoso, um ladrão, uma pessoa impura, um chantagista, um psicótico, um extorsionário, um falsificador, um perjuro, um mentiroso, um prostituto, um incendiário e um invasor." Christian então processou Clark. Christian estava vivendo na casa de hóspedes depois que Clark, que tinha saído em 1983, voltou para a casa de Hudson em 1985, para cuidar dele, a pedido do assistente de Mark Miller.Em 2010, Robert Parque Mills, o advogado que representava o patrimônio de Hudson contra Christian no tribunal, lançou um livro intitulado Between Rock and a Hard Place: In Defense of Rock Hudson. No livro, Mills discute detalhes do julgamento e também questiona as alegações de Christian contra Hudson.



1255


Título original:Badman's Territory 
Títulos no Brasil:Terra dos Homens Maus
Gênero:Faroeste
Colorido
Dublado
Ano de produção:1946
Duração:97 minutos

Sinopse:O delegado federal Mark Rowley sai à procura de seu irmão e ajudante John, e acaba em uma cidade sem lei, em um território que não faz parte dos EUA e onde, portanto, ele não tem nenhuma jurisdição. A princípio tudo corre bem, porém ele acaba defrontando-se com bandidos lendários, como Bob, Grat e Bill Dalton, Jesse James e o irmão Frank e muitos outros facínoras. Mas ele não está só, já que recebe a ajuda do famoso e destemido The Coyote Kid. 

 Randolph Scott


Randolph Scott (23 de janeiro de 1898, Orange County, Virgínia — 2 de março de 1987, Beverly Hills, Califórnia) foi um ator estadunidense, notável pela quantidade de westerns que estrelou e que fizeram dele um dos atores mais rentáveis de Hollywood durante as décadas de 1940 e 1950.
Vindo de uma família abastada e filho de um rico engenheiro, Randolph Scott foi um dos principais astros de Hollywood. Durante uma visita a Charlotte, na Carolina do Norte, seus pais decidiram enraizar-se no local com o jovem Randolph. Logo depois, Randolph estudou no Instituto Universitário de Tecnologia da Georgia, graças a uma bolsa de estudos ganha por suas performances como jogador de futebol americano. Ferido em uma partida, Scott transferiu-se para a Universidade de Carolina, onde se formou em Engenharia, e logo começou a trabalhar na manufaturação de produtos têxteis.
Descoberto por um agente hollywoodiano, que procurava um dublê para Gary Cooper, Scott largou seu emprego e foi para a Califórnia, onde se encontrou com Howard Hughes, que conseguiu para ele uma audiência com Cecil B. DeMille, com a finalidade de fazer um teste. Aprovado, foi logo empregado para treinar com o próprio astro Gary Cooper o sotaque virginiano para seu filme de 1929, Agora ou Nunca (The Virginian), além de ter feito uma ponta como ator no filme.
Enquanto não surgiam propostas de trabalho em Hollywood, Randy (como era conhecido) voltou a jogar (e desta vez profissionalmente) em um time de futebol americano da Califórnia. Alguns agentes da Paramount viram-no em um jogo e lhe ofereceram um contrato. Abandonando de vez o futebol, tornou-se definitivamente ator. Rapidamente, avançou para os papéis principais, graças a sua boa dicção e voz (não fazia tanto tempo que o cinema sonoro havia se firmado em Hollywood, e os chefões dos estúdios estavam dispostos a contratar somente atores e atrizes que tivesse uma boa voz), além de seu porte altivo de 1m94cm, embora seu encanto de "homem calmo" não fosse o bastante para indicar o tremendo sucesso que viria mais tarde.
Apesar de suas qualidades, Randy foi um ator mediano em comédias, dramas, e em aventuras ocasionais, até se projetar nos westerns, onde decididamente se consagrou como um dos maiores ícones americanos, entre 1940 até 1962, quando se despediu das telas. Sua personalidade artística alterou-se da figura calma para uma figura estoica, de homem resistente, imponente, e duro como uma rocha.
Transformou-se em um dos grandes campeões de bilheteria no genêro western, tendo ganhado muito dinheiro. Sua prosperidade aumentou ainda mais a partir dos anos 1950, quando se aliou ao diretor Budd Boetticher, com quem fez uma série de faroestes. Já nesta época, Scott havia se associado ao produtor Harry Joe Brown, e juntos fundaram a Randbrow Enterprises, uma produtora que realizou muitas películas do astro, tanto para a Warner Brothers quanto para a Columbia Pictures.Por mais de 30 anos, Scott e Cary Grant foram amigos inseparáveis, o que causou, mais tarde, rumores de que os dois astros fossem homossexuais. Em fim dos anos 1930, Grant e Scott eram companheiros de quarto, em uma casa de praia, alugada pelo próprio Grant. Na ocasião, os dois jamais foram vistos com mulheres ou outras estrelas, e muitas fotos dos dois atores foram tiradas na piscina. Mesmo depois de casados com suas mulheres, eles ainda mantinham encontros. Ao saber do falecimento de Grant, em 1986, o velho Scott, então já com oitenta e cinco anos de idade, compareceu ao velório antes da cremação, dirigiu-se ao caixão, pegou nas mãos do cadáver, beijou-as, colocou–as sobre sua cabeça, e chorou.Randolph Scott casou-se duas vezes; a primeira em 1936 com Mariana Du Pont Somerville, de quem se divorciou em 1939; voltou a se casar em 1944,com uma senhora da alta sociedade de Los Angeles, Patricia Stillman (que já havia feito alguns trabalhos como atriz), com quem teve dois filhos, Sandra e Christopher. A união durou até o fim de sua vida, em 1987.
Decidiu aposentar-se após a conclusão de sua última película, Pistoleiros do Entardecer (Ride the High Country, 1962), clássico de Sam Peckinpah, onde contracenou com outro gigante do western, Joel McCrea. Começou a dedicar-se ao seu rancho, na Carolina do Norte, onde passava o primeiro semestre todos os anos. Chegando o semestre seguinte, voltava para sua mansão em Beverly Hills, na Califórnia, e a seu passatempo preferido: o golfe.
Desde que entrou para comunidade de Hollywood, Rand adorava golfe, e ao tentar ingressar como sócio num clube de Beverly Hills, teve sua proposta recusada. O motivo justificado pelos proprietários foi de que não aceitavam naquele recinto "judeus e atores". Em contrapartida, Scott se defendeu, dizendo o seguinte: "Amigos, os senhores estão enganados. Eu não sou ator, e os vinte e cinco filmes que fiz provam isso. Sei brigar, sei cortejar a mocinha, sei usar o revólver, mas ator, nunca fui!". Imediatamente, sua proposta de sócio foi aprovada.
Interpretou um vilão somente uma vez. Foi em The Spoilers (A Indomável, 1942), contracenando com Marlene Dietrich e John Wayne. Scott luta ferozmente com Wayne por Marlene, uma luta que dura oito minutos, saindo Wayne vencedor, embora repleto de contusões. Os dois atores se socaram de verdade, mas tudo foi combinado entre eles, que dispensaram dublês para a cena.
Outro dos melhores amigos de Randolph Scott foi o Reverendo Billy Graham.
Stardust era o nome de seu cavalo, cavalgado por ele em seus muitos faroestes.
No fim da vida, Scott se tornou multimilionário graças aos seus bons investimentos e gastou os anos que lhe restavam jogando golfe. Morreu no dia 2 de Março de 1987, aos oitenta e nove anos de idade, após ter sofrido vários ataques de pneumonia e ter o coração muito debilitado, deixando a segunda esposa, Patricia (falecida em 2005), e seus dois filhos, Christopher e Sandra. Foi sepultado em Elmwood Cemetery, Charlotte, Carolina do Norte no Estados Unidos.
Depois de pequenos papéis em vários filmes, alguns inclusive sem receber créditos, Scott fez para a Paramount, entre 1932 e 1935, uma série de dez faroestes B baseados em histórias de Zane Grey, que serviram para consolidar sua imagem, não só na indústria cinematográfica, mas principalmente entre a massa de espectadores. Sete desses filmes foram dirigidos por Henry Hathaway, que estava começando sua carreira.
Até 1945, Scott esteve em fitas de diversos gêneros, como aventuras (Ela, a Feiticeira/She, 1935), comédias (Minha Esposa Favorita/My Favoriter Wife, 1940) e dramas de guerra (A Batalha Final/Gung Ho!, 1943), ao mesmo tempo em que se firmava em faroestes coestrelados, entre outros, por Tyrone Power e Henry Fonda (Jesse James/Jesse James, 1939), Errol Flynn e Humphrey Bogart (A Caravana do Ouro/Virginia City, 1940) e Gene Tierney (Formosa Bandida/Belle Starr, 1941).
No entanto, a partir de 1945, todos os seus filmes são faroestes, com exceção de dois: a comédia Lar, Doce Tortura (Home, Sweet Homicide, 1946) e o drama Véspera de Natal (Christmas Eve, 1947). Entre fitas de rotina e outras com atrativos diversos, Scott trabalhou com os diretores Ray Enright, Andre de Toth, Gordon Douglas, Lesley Selander, John Sturges etc.
Porém, sua parceria mais importante foi aquela iniciada em 1956 com Budd Boetticher, com quem fez sete faroestes, hoje todos considerados clássicos: Sete Homens Sem Destino (Seven Men from Now, 1956), O Resgate do Bandoleiro (The Tall T, 1956), Entardecer Sangrento (Decision at Sundown, 1957), Fibra de Herói (Buchanan Rides Alone, 1958), O Homem Que Luta Só (Ride Lonesome, 1959), Um Homem de Coragem (Westbound, 1959) e Cavalgada Trágica (Comanche Station, 1960).
Pistoleiros do Entardecer (Ride the High Country, 1962) encerrou de forma brilhante a extraordinária carreira de Scott, que fez mais westerns que outros grandes nomes do gênero, como John Wayne e Gary Cooper.

1255


Título original:Return of the Bad Men
Título no Brasil:A Volta dos Homens Maus
Gênero:Faroeste
Preto e branco
Legendado
Ano de produção:1948
Duração:90 minutos

Sinopse:Randolph Scott é Vance Cordell, o delegado aposentado obrigado a pegar suas armas novamente quando Sundance Kid (Robert Ryan) reúne uma quadrilha de bandidos, incluindo os Irmãos Youngers, os Daltons e Billy the Kid, para aterrorizar o território de Oklahoma...

 Randolph Scott
Randolph Scott (23 de janeiro de 1898, Orange County, Virgínia — 2 de março de 1987, Beverly Hills, Califórnia) foi um ator estadunidense, notável pela quantidade de westerns que estrelou e que fizeram dele um dos atores mais rentáveis de Hollywood durante as décadas de 1940 e 1950.
Vindo de uma família abastada e filho de um rico engenheiro, Randolph Scott foi um dos principais astros de Hollywood. Durante uma visita a Charlotte, na Carolina do Norte, seus pais decidiram enraizar-se no local com o jovem Randolph. Logo depois, Randolph estudou no Instituto Universitário de Tecnologia da Georgia, graças a uma bolsa de estudos ganha por suas performances como jogador de futebol americano. Ferido em uma partida, Scott transferiu-se para a Universidade de Carolina, onde se formou em Engenharia, e logo começou a trabalhar na manufaturação de produtos têxteis.
Descoberto por um agente hollywoodiano, que procurava um dublê para Gary Cooper, Scott largou seu emprego e foi para a Califórnia, onde se encontrou com Howard Hughes, que conseguiu para ele uma audiência com Cecil B. DeMille, com a finalidade de fazer um teste. Aprovado, foi logo empregado para treinar com o próprio astro Gary Cooper o sotaque virginiano para seu filme de 1929, Agora ou Nunca (The Virginian), além de ter feito uma ponta como ator no filme.
Enquanto não surgiam propostas de trabalho em Hollywood, Randy (como era conhecido) voltou a jogar (e desta vez profissionalmente) em um time de futebol americano da Califórnia. Alguns agentes da Paramount viram-no em um jogo e lhe ofereceram um contrato. Abandonando de vez o futebol, tornou-se definitivamente ator. Rapidamente, avançou para os papéis principais, graças a sua boa dicção e voz (não fazia tanto tempo que o cinema sonoro havia se firmado em Hollywood, e os chefões dos estúdios estavam dispostos a contratar somente atores e atrizes que tivesse uma boa voz), além de seu porte altivo de 1m94cm, embora seu encanto de "homem calmo" não fosse o bastante para indicar o tremendo sucesso que viria mais tarde.
Apesar de suas qualidades, Randy foi um ator mediano em comédias, dramas, e em aventuras ocasionais, até se projetar nos westerns, onde decididamente se consagrou como um dos maiores ícones americanos, entre 1940 até 1962, quando se despediu das telas. Sua personalidade artística alterou-se da figura calma para uma figura estoica, de homem resistente, imponente, e duro como uma rocha.
Transformou-se em um dos grandes campeões de bilheteria no genêro western, tendo ganhado muito dinheiro. Sua prosperidade aumentou ainda mais a partir dos anos 1950, quando se aliou ao diretor Budd Boetticher, com quem fez uma série de faroestes. Já nesta época, Scott havia se associado ao produtor Harry Joe Brown, e juntos fundaram a Randbrow Enterprises, uma produtora que realizou muitas películas do astro, tanto para a Warner Brothers quanto para a Columbia Pictures.Por mais de 30 anos, Scott e Cary Grant foram amigos inseparáveis, o que causou, mais tarde, rumores de que os dois astros fossem homossexuais. Em fim dos anos 1930, Grant e Scott eram companheiros de quarto, em uma casa de praia, alugada pelo próprio Grant. Na ocasião, os dois jamais foram vistos com mulheres ou outras estrelas, e muitas fotos dos dois atores foram tiradas na piscina. Mesmo depois de casados com suas mulheres, eles ainda mantinham encontros. Ao saber do falecimento de Grant, em 1986, o velho Scott, então já com oitenta e cinco anos de idade, compareceu ao velório antes da cremação, dirigiu-se ao caixão, pegou nas mãos do cadáver, beijou-as, colocou–as sobre sua cabeça, e chorou.Randolph Scott casou-se duas vezes; a primeira em 1936 com Mariana Du Pont Somerville, de quem se divorciou em 1939; voltou a se casar em 1944,com uma senhora da alta sociedade de Los Angeles, Patricia Stillman (que já havia feito alguns trabalhos como atriz), com quem teve dois filhos, Sandra e Christopher. A união durou até o fim de sua vida, em 1987.
Decidiu aposentar-se após a conclusão de sua última película, Pistoleiros do Entardecer (Ride the High Country, 1962), clássico de Sam Peckinpah, onde contracenou com outro gigante do western, Joel McCrea. Começou a dedicar-se ao seu rancho, na Carolina do Norte, onde passava o primeiro semestre todos os anos. Chegando o semestre seguinte, voltava para sua mansão em Beverly Hills, na Califórnia, e a seu passatempo preferido: o golfe.
Desde que entrou para comunidade de Hollywood, Rand adorava golfe, e ao tentar ingressar como sócio num clube de Beverly Hills, teve sua proposta recusada. O motivo justificado pelos proprietários foi de que não aceitavam naquele recinto "judeus e atores". Em contrapartida, Scott se defendeu, dizendo o seguinte: "Amigos, os senhores estão enganados. Eu não sou ator, e os vinte e cinco filmes que fiz provam isso. Sei brigar, sei cortejar a mocinha, sei usar o revólver, mas ator, nunca fui!". Imediatamente, sua proposta de sócio foi aprovada.
Interpretou um vilão somente uma vez. Foi em The Spoilers (A Indomável, 1942), contracenando com Marlene Dietrich e John Wayne. Scott luta ferozmente com Wayne por Marlene, uma luta que dura oito minutos, saindo Wayne vencedor, embora repleto de contusões. Os dois atores se socaram de verdade, mas tudo foi combinado entre eles, que dispensaram dublês para a cena.
Outro dos melhores amigos de Randolph Scott foi o Reverendo Billy Graham.
Stardust era o nome de seu cavalo, cavalgado por ele em seus muitos faroestes.
No fim da vida, Scott se tornou multimilionário graças aos seus bons investimentos e gastou os anos que lhe restavam jogando golfe. Morreu no dia 2 de Março de 1987, aos oitenta e nove anos de idade, após ter sofrido vários ataques de pneumonia e ter o coração muito debilitado, deixando a segunda esposa, Patricia (falecida em 2005), e seus dois filhos, Christopher e Sandra. Foi sepultado em Elmwood Cemetery, Charlotte, Carolina do Norte no Estados Unidos.
Depois de pequenos papéis em vários filmes, alguns inclusive sem receber créditos, Scott fez para a Paramount, entre 1932 e 1935, uma série de dez faroestes B baseados em histórias de Zane Grey, que serviram para consolidar sua imagem, não só na indústria cinematográfica, mas principalmente entre a massa de espectadores. Sete desses filmes foram dirigidos por Henry Hathaway, que estava começando sua carreira.
Até 1945, Scott esteve em fitas de diversos gêneros, como aventuras (Ela, a Feiticeira/She, 1935), comédias (Minha Esposa Favorita/My Favoriter Wife, 1940) e dramas de guerra (A Batalha Final/Gung Ho!, 1943), ao mesmo tempo em que se firmava em faroestes coestrelados, entre outros, por Tyrone Power e Henry Fonda (Jesse James/Jesse James, 1939), Errol Flynn e Humphrey Bogart (A Caravana do Ouro/Virginia City, 1940) e Gene Tierney (Formosa Bandida/Belle Starr, 1941).
No entanto, a partir de 1945, todos os seus filmes são faroestes, com exceção de dois: a comédia Lar, Doce Tortura (Home, Sweet Homicide, 1946) e o drama Véspera de Natal (Christmas Eve, 1947). Entre fitas de rotina e outras com atrativos diversos, Scott trabalhou com os diretores Ray Enright, Andre de Toth, Gordon Douglas, Lesley Selander, John Sturges etc.
Porém, sua parceria mais importante foi aquela iniciada em 1956 com Budd Boetticher, com quem fez sete faroestes, hoje todos considerados clássicos: Sete Homens Sem Destino (Seven Men from Now, 1956), O Resgate do Bandoleiro (The Tall T, 1956), Entardecer Sangrento (Decision at Sundown, 1957), Fibra de Herói (Buchanan Rides Alone, 1958), O Homem Que Luta Só (Ride Lonesome, 1959), Um Homem de Coragem (Westbound, 1959) e Cavalgada Trágica (Comanche Station, 1960).
Pistoleiros do Entardecer (Ride the High Country, 1962) encerrou de forma brilhante a extraordinária carreira de Scott, que fez mais westerns que outros grandes nomes do gênero, como John Wayne e Gary Cooper.



sexta-feira, 1 de março de 2019

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Título original:Stagecoach to Denver 
Título no Brasil:Diligência de bandidos
Gênero:Faroeste
Preto e branco
Legendado
Ano de produção:1946
Duração:56 minutos

Sinopse:Lambert tem a diligência naufragada matando o comissário para que seu falso substituto possa alterar o levantamento de terras de Coonskin. Quando Red Ryder expõe a fraude da pesquisa, Lambert tem seu capataz Xerife colocou Red na cadeia.

Allan Rocky Lane
Allan Lane, mais conhecido como Allan “Rocky” Lane (Mishawaka, Indiana, 22 de setembro de 1904 - Woodlawn, Califórnia, 27 de outubro de 1973) foi um ator estadunidense que especializou-se em Westerns B, tendo sido o grande cowboy da Republic Pictures no final dos anos 1940 e início dos 1950. Lane atuou em mais de 125 filmes e shows de TV, numa carreira que estendeu-se de 1929 a 1966, tornando-se conhecido, também, por fazer a voz do cavalo na série de TV Mister Ed, nos anos 1960.
Harry Leonard Albershardt nasceu em Mishawaka, no estado de Indiana, filho de William H. Albershardt e Linnie Anne. Mudou-se posteriormente para Grand Rapids, no Michiga, onde completou seus estudos, voltando novamente para Indiana, onde cursou a Universidade de Notre Dame, destacando-se no futebol, basquetebol e beisebol Aos 20 anos, foi durante um tempo fotógrafo, modelo e ator de teatro. O primeiro convite para o cinema veio do produtor executivo da Fox Film Corporation (posteriormente 20th Century Fox), Winfred Sheenan, e seu primeiro filme foi “Not Quite Decent” (“Braços Vazios”), ao lado de June Collyier, para a Fox, em 1929. Há divergências entre os pesquisadores, alguns defendendo que seu primeiro filme foi “Forward Pass”, para a First National
A carreira de Lane estendeu-se, portanto, de 1929 a 1953, com alguns pequenos papéis posteriores, além de ter feito a voz de Mister Ed na série de TV. A maior parte de seus filmes consistiu de Westerns, e quase todos foram produzidos pela Republic Pictures
Lane teve dois casamentos, o primeiro com Gladys Leslie, entre 1924 e 1926, e o segundo com Sheila Ryan, entre 1942 e 1946. Não teve filhos. Faleceu de câncer em 27 de outubro de 1973, em Woodlawn, Califórnia, e foi sepultado no Inglewood Park Cemetery.
Apesar de fazer seu primeiro filme em 1929, atuou em pequenos papéis na First National, Warner Brothers e Fox, tendo o primeiro papel de destaque, no entanto, só em 1936, quando fez “Stowaway” (“A Pequena Clandestina”), ao lado de Shirley Temple, e foi chamado pela Republic Pictures, onde fez “The Dukes Comes Back”, em 1937, sendo depois contratado pela RKO Pictures, onde fez algumas comédias, tais como “Maid’s Night Out” (“A Criadinha”), ao lado de Joan Fontaine e Hedda Hopper, e “Having Wonderful Time” (“O Mundo se Diverte”), ao lado de Ginger Rogers, Lucille Ball, Ann Miller e Douglas Fairbanks, Jr., ambos em 1938, além de comédias para a Fox, como “Fifty Roads to Town” (“Cupido ao Volante”), em 1937.
Seu primeiro Western foi apenas em 1938, “The Law West of Tombstone” (“A Lei da Terra dos Bandoleiros”), para a RKO Pictures, ao lado de Harry Carey, Tim Holt, Tom Tyler e Ward Bond, onde fazia um “fora-da-lei” morto por Holt na metade do filme
Em 1940, Hiram S. Bown, da Republic Pictures, ofereceu-lhe o papel principal do seriado “King of the Royal Mounted” (“O Rei da Polícia Montada”), baseado na tira de jornal King of the Royal Mounted, alcançando tanto sucesso que foi produzida uma sequência, “King of the Mounties” (“Polícia Montada Contra a Sabotagem”), em 1942. Fez em seguida os seriados “Daredevils of the West” (“A Tribo Misteriosa”) em 1943, e “The Tiger Woman” (“A Mulher Tigre”), em 1944. Entre 1944 e 1946, Lane estrelou seis filmes para a Republic, substituindo Don “Red” Barry, o primeiro deles “Silver City Kid” (“À Procura do Assassino”), em 1944. Lane “herdou” de Barry os atributos, tais como o traje e os coadjuvantes cômicos, Wally Vernon e Twinkie Watts. Na época, o cavalo de Lane era o alazão “Feather”
Em 1946, também na Republic, substituiu Bill Elliott na série “Red Ryder”, o que lhe valeu a concretização do sucesso. Com traje idêntico ao dos quadrinhos, o parceiro Little Beaver ("Pequeno Castor", interpretado por Bobby Blake), e o cavalo “Thunder”, fez sete filmes dirigidos por R. G. Springsteen A partir de então, adotando o nome Allan “Rocky” Lane ou simplesmente Rocky Lane, fez 38 filmes pela Republic Pictures, entre 1947 e 1953, ao lado de Eddy Waller e cavalgando o cavalo “Black Jack” (Tufão no Brasil). Em 29 desses filmes, o vilão foi interpretado por Roy Bancroft Em 1953, fez o último Western B para a Republic, e depois disso fez apenas alguns papéis secundários para a Universal Pictures, sendo seu último filme, para a Rank, “Geronimo’s Revenge” (“A Vingança do Pele-Vermelha”), em 1962. Nos anos 1960, fez a voz de Mister Ed, na série de TV entre 1961 e 1966. Em 2003, venceu o TV Land Award na categoria "Favorite Pet-Human Relationship" como Mister Ed.O ator ganhou a revista em quadrinhos Rocky Lane Western, publicada em 1949 pela Fawcett Comics, a revista foi publicada pela editora até 1954, quando a editora editora deixou o mercado de quadrinhos, após a ação “National Comics Publications v. Fawcett Publications”. A Charlton Comics assumiu o título no mesmo ano, começando na edição 56 e terminando na edição 87, publicada em 1959. A editora também publicou uma revista protagonizada pelo cavalo Black Jack: Rocky Lane's Black Jack.No Brasil, as histórias de Rocky Lane foram publicadas pela Rio Gráfica Editora, nos anos 60, a editora chegou a encomendar histórias locais para Primaggio Mantovi, quadrinista italiano naturalizado no Brasil.